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Deauville, destino francês de ricos e famosos


Deauville é um e luxuoso balneário na Normandia, que atrai os ricos parisienses em busca de coisas para ricos: campos de golf, hipódromo, casino, esportes náuticos, lojas de alta costura, estrelas de Hollywood...

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Petit Trianón - O Cantinho (Luxuoso) de Maria Antonieta

petit trianon maria antonieta

Localizado no complexo de Versalhes, o Petit Trianón é um “pequeno e simples” palácio campestre que foi usado por Maria Antonieta pra escapar da luxuosa vida na corte. Claro, comparando com palácio principal, o Petit Trianón é mais simples (mas ainda assim a madame teve muita mordomia).

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O Que Ver no Palácio de Versalhes

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Versalhes
Capela Real de Versalhes

Só agora que me dei conta de que não escrevi sobre o Palácio de Versalhes, uma visita que foi um sonho realizado.

Já faz quase dois anos que o visitamos e, infelizmente, detalhes do passeio se perderam nesta cabecinha. Mas tcharan... Fotos são para eternizar os momentos vividos e eu sempre dou uma olhada no álbum dessa viagem!

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Honfleur - Uma Charmosa Cidadezinha na Normandia


Honfleur Normandia França

Quem for fazer turismo na Normandia (norte da França) verá muita coisa interessante e diferente. História medieval em Rouen e Saint-Michel, história da Segunda Guerra nas Praias do Desembarque, natureza em Étretat, arquitetura moderna em Le Havre, luxo em Deauville, arte impressionista em várias cidades... Isso só pra citar algumas localidades.

No meio a tantas cidades importantes está uma cidadezinha que é a minha preferida na região: Honfleur.

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Père-Lachaise – O Cemitério Mais Famoso e Visitado do Mundo

Alameda Père-Lachaise

Com suas mais de 70.000 tumbas distribuídas por 44 hectares (mais ou menos 50 campos de futebol) divididas em 93 áreas, o Père-Lachaise é o mais ilustre cemitério da capital francesa e também o mais visitado do mundo, com cerca de 3 milhões de visitas anuais.

A grande quantidade de famosos enterrados, suas imponentes esculturas em homenagem aos que já partiram e suas lindas alamedas, transformam o que seria um passeio um tanto quanto mórbido numa agradável visita a um museu a céu aberto.
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34 Curiosidades Sobre a Torre Eiffel

Curiosidades Torre Eiffel


Qual o primeira coisa que te vem à cabeça quando se fala em Paris? Eu acho que pelo menos 9 em cada 10 pessoas pensa na Torre Eiffel. 

Como morei em Le Havre é claro que levava as visitas num passeio básico a Paris, já que estava só a duas horas de onde morávamos. Até brincava: vou ter que ir a Paris de novo! Que chato, subir mais uma vez na Torre Eiffel! O caso é que subi na Torre no mínimo umas cinco vezes. Para uns pode ser pouco. Pra mim, que tinha Paris em um sonho distante, é muito.

Relembrando esses tempos, resolvi fazer esse post com algumas curiosidades sobre a Dama de Ferro. 

Convenhamos, ela merece um post só para ela! É tanta história que isso é só um resumo. 

Vamos lá!

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Le Mont-Saint-Michel - Um dos Atrativos Mais Visitados da França

                                                        

Le Mont-Saint-Michel - O Monte São Miguel - é um rochedo situado em um imenso prado na Baía do Mont-Saint-Michel, entre as regiões francesas da Normandia e a Bretanha, e durante as marés altas, transforma-se numa ilha.
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Fotos em cores da Primeira Guerra Mundial

Está chegando o aniversário de 70 anos do Dia D, o dia em que as Tropas Aliadas desembarcaram nas praias da Normandia, norte da França, em 6 de junho de 1944, para dar início a libertação da Europa, que havia sido dominada por Hitler.

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Curiosidades e dicas - França




Quando chegamos a um lugar pela primeira vez, sobretudo uma cidade ou um país, é natural repararmos nas diferenças culturais e gastronômicas.

Vou falar de algumas curiosidades gerais que raparei assim que cheguei à França.

De tudo um pouco

  • No dia Primeiro de Maio, além de ser o dia do Trabalho, é também a Fête du Muguet. Nesse dia se presenteia muguet (lírio), que traz sorte. É comum encontrar os lírios em qualquer esquina para comprar, mas algumas pessoas preferem colher elas mesmas as flores.
  •  Dia 14 de julho se celebra o Dia da Bastilha, a festa nacional francesa, com músicas e fogos de artifício.


Le 14 juillet 2013 - Le Havre


·    O dia do trabalho, o dia do fim da guerra, a festa nacional e a festa de Assunção quase nunca são mencionadas pelo seu nome, e sim pelas datas: le premier mai, le 8 mai, le 14 juillet et le 15 août. É possível até que algum francês não saiba o que se celebra em algum desses dias.

· Os estabelecimentos comerciais costumam abrir até às 19h, os hipermercados até as 22h. Domingo quase nada abre.

·    Os banheiros de muitas casas podem parecer estranhos. Em um cômodo está o sanitário, em outro, a pia e o chuveiro. Nem sempre um cômodo está perto do outro. E não se tem o costume de usar lixeira. O papel é jogado no sanitário mesmo (e não entope!).

·         Já os banheiros de bares e restaurantes costumam ser mistos.


Banheiro misto em Deauville.


·          Os franceses são bem restritos com o horário de trabalho. E os sindicatos e as manifestações têm bastante força.

·     Os alunos franceses geralmente não têm aula às quartas-feiras, desde 1972.

·         Por causa disso, as estréias de filmes nos cinemas franceses acontecem na quarta-feira. Para dar uma ajudinha, são proibidas exibições de filmes na tv aberta na quarta à noite.

Trato pessoal

·      Formalmente a maneira de se cumprimentar alguém com quem não se tenha muita relação é com aperto de mãos e tratando por Monsieur e Madame.

·        Já entre familiares e amigos, é normal o cumprimento com beijos, inclusive entre os homens. Dependendo da região, dois, três ou quatro beijos.

·  Normalmente, a merci não se costuma responder nada em francês. Diferentemente no Brasil, respondemos “de nada” ao “obrigado”.

·      Se em algum momento você escutar alguém gritar le pied! (o pé), quer dizer que a pessoa está entusiasmada.

·     Sempre ouvi que os franceses eram mal-educados com os estrangeiros. Pois, não tenho nada a reclamar. Foram quase todos solícitos e educados comigo. E sempre com uma carinha boa para te dar um Bonjour!!

Transportes

·         O limite máximo nas autoestradas francesas é de 130km/h.

·     Quase todas as autoestradas francesas cobram pedágio. Para se ter uma ideia, de Le Havre a Paris há pelo menos 4 paradas, com preços variados, desde 1€ a 10€. Mas não se preocupe, sempre há algum aviso antes que te permite pegar a saída seguinte e ir por estradas nacionais e regionais, caso não queira ir pela autoestrada e pagar. Palavrinhas mágicas: péage (pedágio); sortie (saída).


Olha o péage aí!

·   Em lugares como Portugal e Espanha, as regras de trânsito são bem respeitadas. Na França são um pouco louquinhos conduzindo. Que tenha uma faixa de pedestres, não quer dizer que o motorista vai parar para você. Melhor esperar. Fora as ultrapassagens loucas que fazem. O contrário também acontece, muitos pedestres não esperam que o sinal esteja vermelho para os carros para poderem cruzar a rua.






·    Dependendo da rua ou bairro em que você vai estacionar o carro, quase sempre é necessário pagar. O bom é que em vários lugares os horários de 12 às 14h e após as 19h são gratuitos.


Dependendo do horário, tem que pagar pra estacionar!


·   Viajando em trem, diante das plataformas, há umas máquinas de cor laranja, as composteur, para validar os bilhetes. Viajar com um bilhete sem validar dá multa, se você for pego.

·      A maioria dos meios de transporte franceses está adaptada a passageiros com mobilidade limitada.

Restaurantes e Gastronomia

Na hora de comer fora, as diversas nomenclaturas dos estabelecimentos podem causar uma certa confusão. Tcharan!! Eis a diferença entre eles:

·   Em um café servem bebidas, croissants, baguettes, sandwichs e alguns petiscos.  No café-tabac também vendem cigarros, jornais, revistas, selos, cartões de telefone e bilhetes de ônibus.

·         Em um café-restaurant também servem refeições.

·    Geralmente chamam bistrot à cafeteria da esquina ou a qualquer local pequeno, mas também pode ser um restaurante pequeno e tradicional, desses com a toalha de mesa quadradinha.

·     A brasserie originalmente é uma cervejaria, mas hoje em dia se chama assim a um café-restaurant grande. Pode-se pedir tranquilamente prato único.

·         Já num restaurant, supõe-se que os clientes pedirão vários pratos e vinho. É um lugar mais chic.

·    O salon de thé é uma cafeteria mais fina, onde servem tortas e doceria francesa, além do café e do chá (thé).


·         Comer fora na França pode sair caro, principalmente por causa das bebidas. Uma boa maneira de economizar é pedir uma carafe d’eau (jarro de água). É um costume e muita gente pede nos restaurantes, ela não é cobrada. Atenção! Se você pedir uma bouteille d’eau (garrafa de água), vão trazer uma garrafa de água mineral e te cobrarão (com um preço salgado).




·         É bem normal ver os franceses comendo um sandwich no meio da rua.

·         No verão, costumam fazer o horário de almoço em alguma praça ou parque. Digo, comendo mesmo, fazendo a refeição!

·      Se você pede uma baguette (ou o que seja) numa boulangerie (padaria), é bem provável que a atendente pegue o pão com a mão sem proteção, a mesma mão que pega o dinheiro.




Enfim, depois de um tempo o que antes chamava a atenção passa a ser normal e você nem lembra mais que era diferente.
E assim, nos vamos reinventando, tudo junto e misturado!


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Rouen - Um Capítulo da História de Joana D'Arc



Como muitas cidades européias, Rouen foi fundada pelos romanos, mais precisamente na época do imperador Augusto, no séc. I, com o nome de Rotomagus. E como muitas cidades européias, sofreu inúmeras invasões ao longo dos séculos. Povos bárbaros, vikings, ingleses, todos queriam a próspera cidade com vocação comercial, sobretudo de têxteis.
Dividida pelo rio Sena, Rouen foi o principal porto de entrada do pau-brasil na Europa.

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Étretat - 2ª parte

Falaise D'Aval (muito retratada por Monet e outros pintores impressionistas)

Sempre que se volta a um lugar, a gente pode descobrir alguma coisa nova, um detalhe antes não percebido.
Pois é, já voltei algumas vezes à Étretat, mas quase sempre com pressa ou mau tempo.

Pois bem, dessa vez deu para explorar um pouquinho mais e subimos a Falaise d’Aval, aqueeeela, que parece a tromba de um elefante. Já contei nesse post aqui.
Achei que seria uma subida mais íngreme, mais cansativa, mas até que foi tranquilo. Subida por escada é só até chegar a um mirante, depois é por uma estradinha.

À direita da subida, o mar, e à esquerda, um campo de golfe.

Láááá ao fundo, campo de golfe.


E lá em cima belas vistas, do marzão lindo, de outras falésias, da cidade…

Abaixo à direita, um mirante.

Com a maré baixa, é possível ver um criadouro de ostras de 1777, criado para satisfazer a rainha Maria Antonieta.



Deixo aqui a lenda de Chambre des Demoiselles, que está no alto dessa falésia.

Contam que há muito tempo atrás, vivia na região um senhor poderoso e malvado, o senhor de Fréfrossé. Nesse tempo também viviam na região três lindas irmãs, que deram um “chega pra lá” no assanhado. Com isso, despertaram a ira do Fréfrossé, que sequestrou as mocinhas e prendeu-as numa gruta no alto da falésia. Durante três dias e três noites podia-se escutar o choro das pobres, até que o lamento se extinguiu. Um tempo depois, se encontrava uma senhora rezando na praia, quando viu decolar do alto da falésia três formas angelicais. Alguns dizem que até hoje, à noite, pode-se escutar o choro delas. (Vai entender, elas não saíram voando?? Esquece o choro e bola para frente.)


Chambre des Demoiselles










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França ontem e hoje - Projetos de fotografias da Segunda Guerra

Amo história, seja do que for ou de quem for. De algum objeto, de algum lugar, de alguma pessoa, não importa! O que somos hoje, como pessoa, como grupo ou como nação se deve às nossas vivências e escolhas do passado.

Às vezes, andando por aí, pareço uma louca! Normal eu estar em algum edifício antigo ou numa cidade histórica e imaginar quem viveu ali, que amores e desamores aconteceram naquele lugar, que segredos não podem ser desvendados… Até invento a história para o lugar. Viu, não disse que parecia louca?! Mas não sou, não, hein! (pelo menos, acho que não!)

E não tem sido diferente por aqui, na Normandia. Mas com tanta história da Segunda Guerra, a imaginação não é tão doce. A empolgação inicial de estar em um lugar que respira a história dessa Guerra tão recente, às vezes dá lugar a uma melancolia, imaginar tanto sofrimento e desespero…

Mas vamos ao que interessa neste post de hoje!

Senti que essa minha imaginação foi um pouco materializada por alguns projetos de fotografia realizados recentemente.

Vou citar aqui três grandes trabalhos, que mesclam fotos de momentos históricos com fotos dos mesmos lugares nos dias de hoje. Escolhi as que retratam a França na Segunda Guerra.

1-  “Know Where you Stand” – Projeto desenvolvido pelo fotógrafo norte-americano Seth Taras, para uma campanha para o The History Channel. Mais trabalhos você pode conferir no blog do fotógrafo, clicando aqui.

2-   “Ghosts of War – France – Projeto feito pela historiadora holandesa Jo Teeuwisse. Na sua página no Flickr podem ser vistas mais montagens de fotos de outras partes do mundo, todas com explicações da historiadora.

3-  “Link to the Past” – do fotógrafo russo Sergey Larenkov. No mesmo estilo das fotos anteriores. Mais fotos e informações podem ser vistas no blog do fotógrafo.

Normandia Segunda Guerra Mundial
Foto de Jo Teeuwisse

Normandia Segunda Guerra Mundial
Foto de Jo Teeuwisse
Normandia Segunda Guerra Mundial
Foto de Jo Teeuwisse

Normandia Segunda Guerra Mundial
Foto de Jo Teeuwisse

Normandia Segunda Guerra Mundial
Foto de Jo Teeuwisse

Normandia Segunda Guerra Mundial
Foto de Jo Teeuwisse

Normandia Segunda Guerra Mundial
Foto de Jo Teeuwisse

Normandia Segunda Guerra Mundial
Foto de Jo Teeuwisse

Normandia Segunda Guerra Mundial
Foto de Jo Teeuwisse

Normandia Segunda Guerra Mundial
Foto de Jo Teeuwisse

Normandia Segunda Guerra Mundial
Foto de Jo Teeuwisse

Normandia Segunda Guerra Mundial
Omaha Beach - Foto de Sergey Larenkov

Normandia Segunda Guerra Mundial
Omaha Beach - Foto de Sergey Larenkov

Normandia Segunda Guerra Mundial
Hitler em Paris - Foto de Sergey Larenkov

Normandia Segunda Guerra Mundial
Hitler em Paris - Foto de Sergey Larenkov

Normandia Segunda Guerra Mundial
Hitler em Paris - Foto de Seth Taras

Normandia Segunda Guerra Mundial
Desembarque Dia D - Foto de Seth Taras


Fico por aqui com estes trabalhos espetaculares e uma frase-clichê:

Conheça seu passado para entender o presente e construir o futuro!!


Saiba mais:

- Praias do Desembarque na Normandia - dia D
- Cemitério e Memorial Americano na Normandia

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Cemitério e Memorial Americano na Normandia

cemitério memorial americano normandia

Tô cada vez mais interessada pelas histórias da 2ª Guerra Mundial, de um jeito respeitoso e triste. Sobretudo com as histórias do Desembarque na Normandia(Operação Overlord), o famoso Dia D, que aconteceu em 6 de junho de 1944.  

O desembarque das Tropas Aliadas nas praias dessa região francesa foi a maior operação anfíbia da história e o começo da libertação da Europa que estava quase toda ocupada pelos nazistas.

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Regata Transat Jacques Vabre em Le Havre




Aconteceu em Le Havre esta semana a Vila da Regata, uma infra-estrutura montada para receber a prova oceânica de regatas Transat Jacques Vabre, patrocinada pela marca de café Jacques Vabre.

Conhecida também como Rota do Café, a primeira edição da prova teve início em 1993 e desde então é realizada a cada 2 anos. O ponto de partida tem sido sempre Le Havre, que foi a primeira cidade francesa a importar o café das Américas e principal entrada do mesmo na Europa, no séc. XIX. Já a chegada tem sido sempre alternada por cidades das Américas do Sul e Central, inclusive Salvador.
Para esta edição de 2013, a chegada será em Itajaí, Santa Catarina.


O dia da largada seria hoje, domingo 3 de novembro, mas com o mal tempo, teve que ser adiada. Houve um ano em que tiveram que adiar por 4 dias, pelo mesmo motivo. A previsão inicial é de que os competidores cheguem a Itajaí na 3ª semana de novembro.




Pois nada de largada, vamos dar uma olhada na tal da Vila da Regata.

Foi divulgado que o Brasil seria homenageado na tal da vila. Eu na minha inocência, já me imaginei saboreando comidas típicas, melhor, me imaginei comendo uma deliciosa coxinha de Catupiry, ou como boa mineira que sou, um pão-de-queijo bem quentinho…
Imaginei também um stand com livros de grandes autores brasileiros, ou uma agência turística vendendo pacotes para lugares pouco divulgados, mas ricos em cultura e beleza natural.

Que nada! O que tinha de tradicional? Caipirinha e show de mulatas com roupa de carnaval (se bem que para muita gente isso é lá uma beleza natural). Já vou avisando, o show das moças não tinha começado, por isso, nada de fotos!

Alguém pode me responder quem vende essa imagem pros estrangeiros? Desse jeito é difícil convencer alguém de que no Brasil há outras coisas além de carnaval, bunda, futebol e festa.

Nem coxinha, nem pão-de-queijo, nem acarajé, nem nada...

Não tem problema. Pelo menos, além de passar frio, ganhamos um chapeuzinho de sambista, fizemos uma foto-montagem de graça e eu fiz uma tatuagem de henna.
Isso sim tinha, um stand divulgando a cultura árabe.
Vai entender?


Acho que tirei antes do tempo, mas tava coçando!

Vôo em casal e chapeuzinho de sambista!






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